Este é o seu lugar !

Este é o lugar que tem por princípio divulgar somente conteúdos que contribuam com o crescimento pessoal e profissional dos leitores. Também não vai faltar humor, entretenimento e diversão.

Chega de desgraças, guerras, escândalos, notícias ruins!

Seja bem vindo(a) e divirta-se!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Entenda a importância da medicina natural


Bom dia!

Notícia de última hora: Estamos há algumas horas da virada de ano. Em BH, a festa principal será na Lagoa da Pampulha. Serão mais de 15 minutos para estourar 28 toneladas de fogos, de 120 efeitos e cores, que serão lançadas de cinco pontos diferentes da lagoa.

Entenda a importância da medicina natural

A medicina alternativa tem conquistado, cada vez mais, espaços na sociedade brasileira. Ao contrário da medicina tradicional, aprendida nas escolas médicas e que busca a cura em tratamentos baseados em comprovações científicas, esta medicina não faz utilizações de remédios. Podemos assim dizer que ela trabalha com práticas médicas diferentes da tradicional, pois estuda o organismo humano como um todo. Com isso, necessita de entender o físico e o psicológico do paciente.

Estamos no século XXI, a tecnologia avançada como nunca esteve, várias descobertas de tratamentos para doenças, e mesmo assim, a medicina alternativa cresce. O que explica isso? Pesquisas realizadas por cientistas da Universidade de Harvard, Estados Unidos, mostram que as pessoas tendem a adotar uma vida mais saudável, o que ajuda a prevenir e combater doenças. O questionamento sobre a qualidade de vida passou a ser freqüente na vida de grande parte das pessoas. Elas buscam melhorar os hábitos do dia-a-dia, tornando-os mais saudáveis.

A medicina alternativa, também conhecida como medicina oriental ou chinesa, mostra que para ter uma vida saudável é necessário manter o equilíbrio do corpo. Quando uma emoção, seja ela de alegria, tristeza, preocupação ou irritação, se torna constante na vida de uma pessoa, ocasiona um desequilíbrio das vias energéticas do corpo, podendo prejudicar diversos órgãos, como o coração, rim, pulmão, dentre outros. A medicina oriental existe há mais de três mil anos. Antigamente, era ensinada por mestres discípulos que dominavam as técnicas buscando a cura. Ela trata o organismo humano como um todo e por isso, não trata o doente, e sim a doença. Acredita-se no poder da cura pelo próprio organismo.

O maior objetivo da medicina alternativa é encontrar o equilíbrio e harmonia entre a mente, corpo e espírito. Para fazer os tratamentos, é imprescindível que a pessoa acredite em todo o procedimento e o faça adequadamente, conforme as recomendações.

Várias práticas desta medicina já são bem conhecidas pela eficiência dos seus tratamentos, como a homeopatia, acupuntura, aromaterapia, fitoterapia e florais.

A homeopatia visa curar a doença com seu semelhante, ou seja, trata os doentes com substâncias que produziria os mesmos sintomas da doença em uma pessoa saudável. Ela vê os sintomas como reação à doença, passando a estimulá-la ao invés de suprí-la. A acupuntura é realizada através de estímulos de determinados pontos da superfície da pele, através de agulhas especiais feitas de aço inoxidável, que permite que o organismo exerça sua capacidade de auto-cura. A aromaterapia trata as doenças com ajudas de óleos e essências extraídos de vegetais. Estes extratos são utilizados na pele, inalados ou colocados em banhos. Os óleos mais comuns são óleos de camomila, cedro, eucalipto e jasmin.

A fitoterapia são os famosos chás. Eles são preparados com plantas que contém princípios ativos que estimulam defesas naturais do corpo, prevenindo doenças e desequilíbrios orgânicos. Eles não têm reações colaterais e por isso são muito buscados. Já os florais são usados para tratar sentimentos que podem prejudicar a pessoa. Acredita-se que as flores possuem vibrações energéticas capazes de liberar maus fluídos dos campos energéticos do organismo humano.

Esses métodos da medicina alternativa poder tratar diversas patologias como estresse, insônia, prisão de ventre, cólica, enxaqueca, dores musculares, depressão, dentre muitas outras. Apesar disso, o debate e questionamentos sobre esses métodos são grandes. Cientistas tentam comprovar a veracidade dos métodos e sua potencialidade de cura. Também, existem muitos profissionais atuando na área que não estão aptos e preparados para desenvolver as teorias. Os profissionais orientam tomar muito cuidado quando for procurar um médico. Se estiver interessado, peça orientações para amigos, familiares e conhecidos. Uma indicação nunca é demais.

Autor: Maíra Moreira
Publicado no site: http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 06/10/09
Contato do autor: http://www.sucessoefelicidade.com.br/colunistas_35.html
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domingo, 27 de dezembro de 2009

Mentiras de Mercado


Bom dia!

Notícia de última hora: Mega-Sena acumula e prêmio fica para a virada; valor chega a R$ 100 milhões

Mentiras de Mercado

As "conversas de boteco" deste país são muito interessantes e me fazem reforçar o pensamento que o passatempo nacional é fazer apologia de reclamações e idolatria de notícias ruins.


As maiores mentiras são:

1. O Brasil vai quebrar
2. Ninguém tem dinheiro
3. Não tem clientes
4. O cliente pode até comprar... Mas não vai ter dinheiro para pagar

O problema não é o problema... É a atitude diante dele.

O maior entrave não está na queda de vendas... Está na queda emocional da equipe.
Henry Ford disse: "Se você pensa que pode ou pensa que não pode, das duas maneiras estará correto".

O que falta para melhorar? Falta coragem para alavancar, criar vendas. Dinheiro não se ganha, dinheiro se fabrica, é o famoso "make money".

Pense comigo: A vontade de se preparar deve ser maior que a vontade de vencer. A vitória será apenas uma conseqüência.

É muito comum encontrar pessoas que não se planejam para o alcance de metas e objetivos.
São duas coisas que constroem a riqueza:

1. A forma de pensar e sonhar de olhos bem abertos e
2. Planejamento.

Perguntas finais:

Você sente orgulho do atendimento de sua empresa? Sente mesmo?

Sua equipe é vibrante? É mesmo?

Você treina e educa sua equipe? Sabe as diferenças entre educar e treinar?

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Autor: Gilclér Regina
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 04/10/09
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Vender é resolver um problema.


Bom dia!

Notícia de última hora: Guns N' Roses confirma show em BH dia 20/03/2010, durante a turnê do álbum ''Chinese Democracy''.

Vender é resolver um problema.

Vender na sua forma mais elementar e fundamental é tão somente resolver um problema, e aí perguntamos, o problema é de quem?

Bom, a boa venda resolve o problema do cliente, o problema da empresa e o problema do vendedor, que em hipótese alguma são antagônicos, muito antes pelo contrário, são complementares.

O modelo utilizado pela PNL parte do pressuposto que as pessoas não lidam com objetos, mas com relacionamentos, e que não tratamos do produto ou serviço, mas sim de quem somos nós um para o outro. Quando estamos negociando, estamos sempre discutindo quem somos nós um para o outro, e nesse processo, tão importante quanto às características e diferenciais do produto ou serviço é a qualidade da comunicação, pois, transferimos para o produto ou serviço elementos subliminares de nossa mente em linguagem não verbal, que impacta diretamente o resultado da negociação.

O modelo de linguagem, as emoções, a postura corporal, o modelo de percepção, as características dos processos mentais, as estratégias cognitivas, a ecologia interna e externa as incongruências e os conflitos internos e externos são elementos decisivos paro o sucesso pessoal e profissional.

Certa feita um discípulo jovem e audaz procurou o mestre mais sábio e respeitado do templo e disse, mestre gostaria que o senhor me transformasse em um grande mestre como o senhor, que é tão respeitado e admirado por todos, por onde devo começar? No que o mestre lhe perguntou: você já almoçou jovem aprendiz? Sim mestre, acabei de almoçar. Ótimo então vá lavar a tigela.
Pois é, muitas vezes acreditamos que existe um atalho para a excelência e o sucesso, mas o segredo está nos pequenos detalhes, nas rotinas muitas vezes nada excitantes. Na maioria das vezes as pessoas não querem lavar a tigela. Pois vamos começar do começo, da estrutura mais simples e básica, vamos começar lavando a tigela, os postulados da PNL.
1º - POSTULADO DA REPRESENTAÇÃO: O mapa não é o território. De acordo com este princípio, o ser humano não lida diretamente com a realidade, mas com as representações da realidade por ele criadas. Nenhuma representação é melhor, mais correta, mais perfeita ou mais completa que a outra. Nem mesmo podemos dizer que um mapa está mais próximo da realidade do que outro. O conceito de utilidade é mais importante que o critério de correção. De acordo com o contexto um mapa pode ser mais útil do que outro.

2º - POSTULADO DA ECOLOGIA: A vida e a mente são processos sistêmicos. Como as ciências que adotaram a explicação cibernética, a PNL considera que somos um complexo sistema de interações constituído de muitos subsistemas e que pertencemos a um sistema maior. Qualquer parte desta complexidade só pode ser isolada didaticamente. As influências mútuas das partes deste sistema precisam ser sempre consideradas.

3º - POSTULADO DA FLEXIBILIDADE: Este postulado estabelece que um membro ou elemento do sistema precisa de um mínimo de flexibilidade para se adaptar ou para sobreviver. Este mínimo de flexibilidade deve ser proporcional a variabilidade e as incertezas do resto do sistema. Em outras palavras, quando se está comprometido a alcançar um determinado resultado, deve-se ter um certo número de modos que possibilitem alcançar este resultado. O membro do sistema com maior número de opções tende a governar o sistema. Variabilidade, entretanto tem limites. Uma flexibilidade excessiva pode tornar o sistema inconsistente ou incongruente. Muitas vezes a questão está em determinar que partes do sistema podem variar e ser flexíveis e que parte do sistema devem permanecer constantes ou estáveis.

4- O PRINCÍPIO DA INTENÇÃO POSITIVA: Todo comportamento tem uma intenção positiva. A permanência do comportamento depende do seu resultado. O animal se comporta e verifica o resultado do seu comportamento, se o resultado é bom e útil, o comportamento permanece. Se o resultado for negativo o comportamento será extinto. Um comportamento que se repete está sendo mantido pelo que ele produz de melhor, não por seus possíveis efeitos colaterais indesejáveis.

Estude bastante estes postulados e experimente colocá-los em prática. Nas próximas edições teremos mais ferramentas para você se tornar um negociador de sucesso. Um abraço e boas vendas.

Autor: Ênio Carvalho
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 02/10/09
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sábado, 19 de dezembro de 2009

Show de atendimento dentro e fora da empresa


Bom dia!

Notícia de última hora: Um zoológico de elefantes na Tailândia está oferecendo aos visitantes o serviço de massagem realizada por seus animais.

Show de atendimento dentro e fora da empresa

Se queres que sua equipe de vendas e atendimento dê um show para seus clientes da porta para fora, dê um show de atendimento para sua equipe, da porta para dentro.

Essa afirmativa eu tenho feito em cem por cento de minhas palestras pelo Brasil e você sabe por quê? Simplesmente porque ainda existem empresários, gestores, gerentes e profissionais de liderança que ainda não perceberam que o maior ativo que eles possuem em suas empresas são as pessoas que estão lá.

Quando entrevisto pessoas das equipes de vendas e atendimento de empresas, independentemente do porte ou segmento, é notório como ainda existam chefes que trabalham com a velha máxima "manda quem pode, obedece quem tem juízo".

As empresas que cada vez mais se destacam no cenário nacional, cada vez mais solicitam a seus líderes que descubram as fortalezas de seus talentos e que acima de tudo estimulem suas equipes a inovar, a ousar e a correr riscos para que superem suas próprias marcas, mensalmente.

Relacionei abaixo 5 sinais que mostram que sua empresa ainda pode estar pensando como no século passado:


  1. Mania de achar que já conhece seus clientes e que treinar a equipe é um custo desnecessário;

  2. Liderança pouco interessada em orientar diariamente a equipe de trabalho;

  3. Pessoas na equipe que ainda reclamam quando são convocadas para um treinamento. Estas pessoas ainda não estão conscientes que o mercado hoje valoriza o conhecimento que cada pessoa traz contigo e não apenas a "mão-de-obra".

  4. A empresa entende que reclamação de clientes é apenas uma coisa chata e que não devemos nos preocupar com isso;

  5. Equipe de vendas atirando para tudo enquanto é lado, sem nenhuma estratégia de vendas.

Empresas que ainda entendem que as mudanças mercadológicas são mero modismo estão fadadas a perder cada vez mais os melhores profissionais para aquelas empresas que investem em seus profissionais. Mais estratégico que tentar caçar borboletas no mercado (buscar os melhores profissionais) é criar um lindo jardim para atrair o máximo de borboletas possíveis. As empresas deste século se interessam pelas seguintes palavras-chave: Motivação, excelência, inovação e atitude!

Autor: William Caldas
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 29/09/09
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sábado, 12 de dezembro de 2009

Auto-conhecimento: A Felicidade reside dentro de nós


Bom dia!

Notícia de última hora: BH completa hoje 112 anos e dá de presente para a população diversas atividades no dia de hoje e de amanhã. Confira pelo site da Prefeitura: http://www.belohorizonte.mg.gov.br/. PARABÉNS BH, CIDADE LINDA E ACOLHEDORA !!!

Auto-conhecimento: A Felicidade reside dentro de nós

Ao longo de nossas vidas nos tornamos dependentes de alternativas externas para curar nossas dores internas.

No entanto, nesta busca incessante pela cura, percebemos que nosso corpo não é uma máquina biológica passível de conserto.

Felizmente, o auto-conhecimento despertou a percepção de que o mundo exterior é, na realidade, um reflexo de nosso mundo interior, que espelha e atrai tudo o que transmitimos. Portanto, nada pode impedir se você optar por simplesmente: Ser feliz agora! Quando rimos mudamos e quando mudamos o mundo inteiro muda.

Ao acessar o auto-conhecimento, recorda-se a verdadeira identidade, onde a alma humana é similar à perfeição divina. Entrando em contato com nosso "Eu Superior" resgatamos nossa essência e descobrimos que a real felicidade tão procurada pelo Ser Humano reside em seu íntimo.

Algumas atividades como: Yoga, Reiki e Cromoterapia, auxiliam no acesso ao auto-conhecimento, realizando a junção perfeita entre corpo, mente e alma, transmutando energias, despertando a consciência cósmica e proporcionando, cura, paz e harmonia.

Brilhe! Um dia, um grande mestre disse: "Vós sois a luz do mundo".

Acredite, você pode curar a sua vida!

Através do Amor Incondicional, vamos recomeçar a trilhar o caminho da luz, há muito esquecido.

Autora: Ailla Pacheco
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 19/09/09
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A vida é feita de escolhas. E o amor é uma delas!



Bom dia!

Notícia de última hora: Já foram sorteados os grupos da Copa do Mundo de 2010. O Brasil está no Grupo G e irá enfrentar a Coréia do Norte dia 15/06/10, a Costa do Marfim dia 20/06/10 e Portugal dia 25/06/10.

A vida é feita de escolhas. E o amor é uma delas!

Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e "automáticas", até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.

Assim também é com o amor. Nós podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas referentes ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, como diz o ditado, "quanto mais alto, maior pode ser o tombo"!

Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.

Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.

Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?

Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de sangue, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.

O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!

Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.

Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.

Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de deixar cair ou de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo carregá-lo...

E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: "Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa".

Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos.

Autora: Rosana Braga
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 18/09/09
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Como lucrar com o seu talento


Bom dia!

Notícia de última hora: Cerca de 50 pessoas trabalharam na confecção do maior charuto do mundo, recorde confirmado pelo Guinness, no dia 21 de novembro, em Tampa, na Flórida (EUA).

Como lucrar com o seu talento

Algumas das perguntas mais comuns que os autores se fazem atualmente são do tipo: “publiquei minha obra e agora?”, “minha editora não me dá assessoria”, “meu projeto está encalhado”, e assim por diante.

Mas, afinal, existem respostas para essas dúvidas?

Com certeza, sim.

E mais: ainda é possível lucrar e viver do seu talento!

Mesmo que as pessoas à sua volta insistam em dizer o contrário, basta dar uma olhada na mídia e verá todo dia um novo talento despontando ou sendo revelado, seja em que área for.

É claro que, apesar de parecer que o sucesso ocorreu da noite para o dia, para essas pessoas não foi fácil chegar onde estão.

Mas, acredite, não é impossível.

Porém (sempre tem um porém), para alcançar a tão sonhada visibilidade no mercado você precisará seguir 6 passos básicos:


  1. Encontrar o seu foco: Isto é, saber quem é você, o que você quer e onde quer chegar.

  2. Criar uma comunidade: Com as facilidades da internet, você pode criar uma rede infindável de pessoas que têm afinidade com você ou com a sua obra.

  3. Criar interação: Você precisará criar um relacionamento com as pessoas da sua comunidade, através de emails, informativos, mensagens, amostras de sua obra etc.

  4. Conquistar fãs: Se você levar conteúdo que sirva para as pessoas da sua comunidade, elas, mais cedo ou mais tarde, se tornarão fãs de você e do seu trabalho.

  5. Transformar fãs em compradores: Tendo fãs, você terá uma gama enorme de potenciais compradores para a sua obra.

  6. Transformar compradores em vendedores: E se a sua obra realmente for boa e conseguir chegar até os compradores com qualidade e respeito, eles se tornarão automaticamente seus vendedores, isto é, recomendarão a sua obra para um número sem fim de novas pessoas, que, por sua vez, entrarão para a sua comunidade e assim por diante.

Visto assim, parece ficar mais fácil, não é?

Mas, entre um ítem e outro, saiba que existe muito esforço e dedicação. Além de uma grande dose de atenção, sensibilidade e inteligência.

Se você não puder se dispor a tudo isso, ou não tiver tempo, vale a pena contratar alguém para ajudá-lo no processo.

Seguindo esses passos, uma coisa é certa: o resultado é garantido!

Sucesso!

Autor: William Riga
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 17/09/09
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dividir para multiplicar


Bom dia!

Notícia de última hora: A norte-americana Amazon Eve, de 32 anos e 2,03 metros de altura - que é considerada a modelo mais alta do mundo - virou sensação na mídia após aparecer neste mês em um ensaio fotográfico na revista australiana "Zoo Weekly".

Dividir para multiplicar

O século XIX foi o século dos Empresários. As famílias Matarrazzo, os Ferrari, os Rockfeller e tantas outras dominaram o mundo dentro do liberalismo econômico.

A primeira guerra mundial inaugurou o período que podemos chamar de século do Estado. O Estado empresário se tornou forte e poderoso. Mas se mostrou incompetente, clientelista, e refém de seus dirigentes políticos.

Este capitalismo estatal foi torpedeado na década de noventa com uma onda privatizante, que sacudiu os quatro cantos do planeta, transferindo o controle das empresas para as mãos da iniciativa privada. Não mais os capitalistas liberais, mas uma nova e emergente classe dos neocapitalistas composta dos fundos de pensões e dos consórcios formados por holdings e pools de empresários, profissionais liberais e funcionários das empresas com mecanismos de gestão participativa e profissionalização das administrações das empresas.

Este século XXI será marcado pela era das não lucrativas: cooperativas, associações, ONG´s, fundações e tantos outros mecanismos de gestão compartilhada estarão surgindo. O capital intelectual não estará disposto a trabalhar para enriquecer os outros, mas sim para enriquecer a todos. Esta é a visão do futuro do grande guru Peter Drucker e que eu concordo em gênero, número e grau.

Os "bons" estão trabalhando para eles. É verdade. Bill Gates tem milhares destes bons trabalhando para eles mesmo, dentro da Microsoft. O segredo? Um modelo de gestão capaz de fazer empreendedores internos, intreprenuers, se comprometerem de verdade com o resultado. Não foi por acaso que ele e seu sócio Paul Allen se tornaram os homens mais ricos do mundo.

O capitalismo conseguiu gerar, mas não consegui distribuir. O socialismo conseguiu distribuir, mas não consegui gerar. Penso que somos protagonistas de um modelo novo capaz de gerar e distribuir: O "HARMONISMO". Um modelo de gestão onde o público-social tem supremacia sobre o privado-liberal, não perdendo de vista a meritocracia que recompensa com "ouro" os competentes, empreendedores e ousados.

Estamos na era dos serviços, 53% do PIB brasileiro, o capital intelectual apresenta-se como uma dos ativos mais importantes para o mundo empresarial. Os competentes, aqueles que fazem as coisas acontecerem, não estarão dispostos a esperar o bolo crescer para poder ser distribuído. Nenhum deles estará disposto a trabalhar para enriquecer os outros. Os "bons"querem enriquecer também. Daqui para frente temos que aprender a liderar pessoas mais inteligentes que nós, como nos ensina Bill Gates.

É hora de dividir para multiplicar o bolo.

Autor: Professor Flávio de Almeida
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 14/09/09
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Como será o amanhã


Bom dia!

Notícia de última hora: Foi comprovado que os bichos de estimação também precisam de passar protetor solar, pois os raios ultravioletas podem causar câncer nos animais.

Como será o amanhã

Conheci certa vez um sujeito que era considerado um chato por seus colegas de trabalho, porque só falava de coisas que todos já sabiam ou que já estavam ultrapassadas. Foi apelidado de "Jornal de ontem", o apelido pegou e, com o tempo, até ele - que inicialmente tentou ignorar - passou a atender pela forma abreviada: "de ontem".

Nesse mesmo grupo de colegas, havia um que se destacava por ser antenado no futuro. As pessoas nem tinham ainda assimilado uma novidade tecnológica e ele já falava com entusiasmo de algo que estava sendo inventado e que ainda levaria vários anos para chegar ao mercado. Em vez de comentar as notícias acontecidas, ele queria discutir os diferentes cenários que poderiam ocorrer em função dos fatos que estavam acontecendo. Por sua visão de futuro, tornou-se um líder natural de sua equipe e foi promovido a gerente. Inovador e ousado, destacou-se entre os demais gerentes, algum tempo depois foi convidado para assessorar a diretoria da empresa e mais adiante tornou-se diretor.

Planejar o futuro a partir de uma análise dos cenários possíveis é uma forma de prever o imprevisto, estudando-se previamente o rumo a ser tomado em cada caso. Mas a vida é feita de surpresas.

Alguns acontecimentos inesperados surpreendem até mesmo os maiores estudiosos no assunto. Há exatamente um ano, em março de 2004, li em varias revistas da economia que o dólar fecharia o ano em torno de R$ 3,50, mas, no momento em que estou escrevendo este artigo, está em 2,70.

Outro bom exemplo foi a eleição do presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti. Ninguém da cúpula do governo colocava fé na vitória desse deputado, que corria por fora, com seu jeito de repentista, foi comendo pelas bordas, usou a melhor estratégica e venceu. (Não me cabe fazer nenhuma avaliação política desse fato, mas quero dar parabéns ao estado de Pernambuco, por ser terra natal do presidente da República e também do presidente da Câmara.) O que fazer diante desse acontecimento imprevisto? - pensaram os políticos após a votação. Antes de tudo é preciso aceitar e conviver com as mudanças, sem ficar preso a situações que não existem mais, e saber trabalhar com o novo.

"Como será o amanhã, responda quem puder, o que irá me acontecer, o meu destino será como Deus quiser".

Esta é a letra de um samba-enredo do carnaval de 1978, que fez muito sucesso e até hoje é muito cantada. Um dos motivos desse sucesso é o tema. Temos um grande fascínio pelo futuro. E, mais ainda, pelo inesperado. Nada vende mais jornais do que o acontecimento imprevisto, e nada é mais sem graça que a notícia requentada.

Mas quando o inesperado nos faz uma surpresa, nem sempre essa surpresa é o que se desejava. E quando isso acontece as pessoas ficam desapontadas ou mesmo perplexas, sem saber o que fazer. Pior ainda quando o inesperado é um acidente que provoca sérios danos. Por isso, muitos têm medo do futuro e vivem preocupadas com o que pode vir a acontecer.

"Não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados".

Essa frase de Jesus (em Mateus, 6:34) é um conselho de grande sabedoria para nossa vida diária. "Basta a cada dia o seu próprio mal" - assim termina a frase, que gosto de traduzir de outra forma: "Basta a cada dia o seu próprio desafio".

Mas no mundo em que vivemos hoje, cheio de riscos e de imprevistos muitas vezes desagradáveis, como podemos não nos preocupar com o dia de amanhã? Administrando o imprevisível. Se você trabalha no ramo de Seguros, certamente respondeu sem pestanejar.
Quando se prevê o imprevisível, ele passa a ser previsível.

Se cuidarmos de garantir pelo menos os nossos bens e o melhor atendimento à saúde de nossa família, a maior parte de nossas preocupações pode deixar de existir. O amanhã começa agora, você sabe, e basta a cada dia o seu próprio desafio. Portanto, a melhor maneira de não ficarmos preocupados com o amanhã é estarmos atentos ao dia de hoje.

Mesmo que o trabalho intenso não dê nenhuma folga em nossa agenda, precisamos dedicar o máximo de atenção à nossa vida particular (familiar, financeira e social). Isso é administrar o imprevisível. Quem consegue fazê-lo terá um tempo presente bem melhor, com menos estresse, e um futuro melhor ainda, havendo ou não tempestades no caminho da bonança.

Autor: Professor Gretz
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 13/09/09
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sementes da Paz


Bom dia!

Notícia de última hora: Por conta do inverno rigoroso, cisnes da Alemanha foram levados para um abrigo, onde terão à disposição uma piscina aquecida, que ajudará as aves a sobreviverem às baixas temperaturas.

Sementes da Paz

Retorno do Congresso Mundial da Paz, realizado no período de 04 a 07/09/09 em Goiânia/GO, muito emocionada e ao mesmo tempo envergonhada e triste.

Meu coração ainda bate acelerado pelas emoções vividas. Emoção ao encontrar tantas pessoas reunidas, recebendo, espalhando e disseminando em forma de fluidos, sementes de PAZ. Emoção pelas intenções e vibrações sinceras.

Minha alma maravilhada atingiu um verdadeiro gozo holístico ao estar no meio de tantos guerreiros do arco íris lutando e vibrando pra manter acesa a chama da PAZ. Indescritível. Ao mesmo tempo me sinto envergonhada ao perceber o quão pouco tenho feito. Tenho a consciência, mas tem me faltado ação.

Também fico triste quando percebo que falta espiritualidade no coração de grande parte da humanidade. Todos somos buscadores da PAZ, mas a ignorância ainda permeia.

A grande maioria das pessoas não exerce a sensibilidade, a ternura. Precisamos evoluir na gentileza, na amorosidade.

Precisamos estar atentos à música que o dono do tambor toca. Ela é harmônica e bela. Silenciar a mente e ouvi-la é o primeiro passo para seguir o caminho da PAZ.

A felicidade será total quando eu sentir que a desigualdade parou de crescer, que a crise ecológica diminuiu e que os valores éticos estão prevalecendo. O caminho é longo...

Tem muita estrada pela frente. Agradeço a Deus por estar nesse caminho com os olhos abertos e o coração sentindo. E não desistirei.

Shalom!

Autor: Rita Rosa
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 12/09/09
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domingo, 22 de novembro de 2009

Uma estória comovente (humor)


Bom dia!

Notícia de última hora: A árvore de natal de Pequim (China) está pronta e é feita toda em fibra ótica.



Uma estória comovente (humor)

Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as contas de LUZ e ÁGUA. Era o último dia para pagamento, antes do corte.

O filho na rua viu um outdoor: "COMPRE 1 BILHETE E CONCORRA A 2 CAMINHONETES !"

O garoto pensou: "- Eu poderia ganhar os 2 carros e deixar meu pai com dinheiro sobrando".

Então com o dinheiro das contas comprou vários bilhetes.

No outro dia o pai preocupado pergunta ao filho pelas contas pagas. O garoto conta que havia comprado os bilhetes e que depois de 2 dias o pai iria ganhar 2 camionetes.

O pai ficou uma fera porque aquele era o último dinheiro que tinha para pagar as contas e como se não bastasse à bronca, deu uma bela surra em seu filho.

Passados 2 dias, chegou o dia do sorteio e então ao acordar, a família teve uma surpresa, estavam estacionados em frente à casa: 2 CAMINHONETES NOVINHAS !

Todos ficaram emocionados e começaram a chorar!

Uma caminhonete era da CEMIG e a outra da COPASA.

Cortaram a água e a luz.

Vai acreditando que pobre tem sorte, vai...

Colaborador desse blog: Artur Pereira
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Abraço, SEJA FELIZ !

sábado, 21 de novembro de 2009

A camisa da empresa


Bom dia!

Notícia de última hora: Mulher dá o nome de Kia à sua filha que nasceu dentro do carro. Ao saber da notícia, a Kia do Reino Unido presenteou o casal com uma Carens completa, no valor de 17.995 libras esterlinas

A camisa da empresa

Acho que foi em 1994, não me lembro com precisão, quando escrevi pela primeira vez sobre a lenga-lenga de vestir a camisa da empresa.

Tenho percebido que a expressão tem voltado à baila. Pode parar! A camisa que o funcionário, colaborador, empregado, ou o nome que se queira dar, tem que vestir, é apenas uma. A dele!

Só quando ele vestir a própria camisa é que se dará conta que tem que produzir o melhor; tem que atender como se ele fosse o cliente; tem que conduzir o trabalho buscando deixá-lo o mais "redondo" possível pra quem vai dar continuidade; que o seu crescimento pessoal e profissional é responsabilidade dele; de que a historinha do "não sou pago pra isso" é pra quem "ta se achando", mas ainda não se encontrou.

A responsabilidade pela minha carreira, é minha, só minha. Não posso me dar ao luxo de ficar aguardando a empresa bancar o meu desenvolvimento, garantir minha carreira.

Ah, mas não é difícil entender né! Eu só posso fazer o melhor a alguém quando eu fizer o melhor para mim! Se eu estiver "fazendo" o melhor para o outro e não fizer o melhor para mim, que o outro comece a rezar pra dar certo, porque senão vou dizer que o problema - e a responsabilidade - é dele. Afinal, se eu visto a camisa da empresa, ela que vista a minha, também. Não estou certo? "Noblesse oblige".

A relação entre funcionário e empresa tem que buscar, sempre, ser profissional. Amizade é entre pessoas e não entre uma pessoa e uma empresa. Isso não existe! Se eu estiver na pior, posso ser amicíssimo do presidente, mas se o conselho da empresa não aprovar, eu que me vire!

Por isso que eu defendo, há 18 anos, acabar com a praga da carteira de trabalho e permitir que a relação entre uma pessoa jurídica e uma física, possa ser regida por contrato particular, sem que precise arcar com impostos astronômicos. Tem que haver mudanças na legislação e não tentar burlar a legislação. Bom, mas isso é assunto legal e estou falando de comprometimento, de comportamento.

Voltando à suada camisa, é preciso acordar e tomar as rédeas da própria vida.
Nenhuma empresa quer, na verdade, que você "vista" a camisa dela. Ela quer que você empreenda o tempo todo. Quer que faça do seu trabalho o seu empreendimento. Ela quer que você cresça no seu empreendimento. Que tenha consciência de tudo que ocorre à sua volta. Que faça esse empreendimento crescer. Que seja responsável por ele!

Ela não quer que você "se ache" o dono da empresa, pois você não é! E não vai adiantar chorar as pitangas depois, dizendo que "deu o sangue pela empresa"; que deixou esposa, marido e filhos "de lado"; acumulou férias e "blablabla". Problema seu!

Faça o seu trabalho bem feito, pois o retorno dele é o seu resultado, que faz parte do resultado da empresa; se importe com os colegas; respeite a opinião dos demais; aprenda que você ainda tem muito pra aprender, mas também tem muito pra ensinar e deve ensinar; se ver um faxineiro carregando um monte de tralha, ajude-o a carregar - isto não rebaixará você; assim como você espera receber um trabalho bem feito, para que possa fazer o seu, quem receber o seu estará esperando a mesma coisa; dê o melhor de si, em todos os sentidos, pois a vida é sua.

Se de toda a maneira, você ainda quiser vestir uma camisa que não seja a sua, eu tenho uma para lhe dar e um monte de coisa pra você fazer. Pagamento? Ah, não! Afinal você já está vestindo uma camisa que é minha!

Autor: Silvio T. Corrêa
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 11/09/09
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A pirâmide do consumo: esqueça os faraós e mire nos plebeus


Bom dia!

Notícia de última hora: Um galo pintado com as cores nacionais do Quênia desfila pelo Estádio Nyayo durante a exibição do troféu FIFA da Copa do Mundo, no último sábado (14/11) em Nairobi.

A pirâmide do consumo: esqueça os faraós e mire nos plebeus

Perguntaram a uma doméstica paulista o que ela mudaria na casa da patroa, caso tivesse a mesma renda mensal que ela. O cardápio, respondeu rápido. Segundo a doméstica, os patrões comiam muito mal. Salada e grelhado não eram sinal de boa alimentação. Na própria casa, completou a doméstica, havia fartura de arroz, feijão, macarrão, carne e salada. Esse episódio retrata os levantamentos feitos por uma pesquisa realizada em sete capitais pelo publicitário paulista Renato Meirelles, da Avenida Brasil Comunicação. “Quando a pessoa mais simples recebe alguém em casa e não sobra comida, é porque faltou na dispensa”, garante ele, explicando o desejo de ter fartura, comum nas classes de baixa renda.

Especializado em colher e analisar informações de consumo de pessoas de baixa renda, Meirelles afirma que há uma grande distância entre os hábitos da classe média e de quem está nas classes C, D e E. Segundo ele, uma das maiores lojas brasileiras de móveis populares tem no sofá vermelho o produto predileto dos clientes, enquanto as lojas mais sofisticadas de decoração apostam nas cores neutras para atrair clientes A e B. “As cores primárias como o vermelho, azul e verde são a identificação cultural do brasileiro”, diz o publicitário. A falta de recursos para trocar de móveis como fazem os mais abastados sempre que enjoam do estilo da casa, fez o público de baixa renda criar um novo hábito: pintar a casa para ter a impressão de uma nova decoração. Isso provocou um crescimento significativo na venda de tintas em todo o país como nunca houve, de acordo com Renato Meirelles, e indica que, assim como os ricos, as pessoas mais simples valorizam rituais de passagem. Casamentos, nascimentos e viradas do ano são bons motivos para mudar o ambiente.

Essa pesquisa ainda mostrou que a patroa também interfere nas opções de consumo das domésticas, principalmente, nos produtos de beleza. A proximidade das grandes marcas faz as empregadas economizarem para conseguir comprar o perfume ou o creme que a patroa usa. É pelo mesmo motivo que os jovens se esforçam para comprar o tênis da marca mais cara: para serem reconhecidos pelo grupo no qual trabalham, contrariando quem pensa que essa compra seja motivada pela vontade de ser igual aos mais ricos. A mesma explicação é dada para as cópias de produtos sofisticados vendidos em feiras populares. Não há reconhecimento desse consumidor sobre o valor do design, mas o desejo de ser percebido pelo grupo no qual circula, ao contrário do brasileiro rico, que busca a exclusividade quando paga alguns milhares de reais por uma bolsa importada.

Além das mudanças de hábito, os consumidores desses grupos de renda diferentes têm outros valores quando o assunto é a comunicação. Por isso, alerta Renato Meirelles: “Uma campanha publicitária que é feita para a classe média, não costuma atingir a classe mais pobre. Veja o erro das construtoras que divulgam seus empreendimentos apelando para que o consumidor saia do aluguel. Apenas 16,2% dos brasileiros pagam aluguel. Essa campanha desmerece a maior fatia que são os 83,8%. Melhor seria sugerir que o consumidor comprasse o apartamento para sair da casa dos parentes ou que trocasse de casa para ter mais qualidade de vida”.

Temas como astrologia e reencarnação são facilmente citados na lista de preferência dos consumidores das classes A e B, mas ganham pontuação baixíssima nos outros públicos. Assim, a empresa que deseja vender para esses consumidores precisa escolher bem seus argumentos. “O pobre está preocupado com os problemas da vida real. Ele não tem interesse por esses assuntos abstratos”, declara o publicitário.

Na ponta pirâmide de consumo está o menor grupo, o dos faraós. No entanto, é lá que miram as empresas. Todas querem vender para as classes mais altas, acreditando que delas vão tirar mais dinheiro. Mas o pesquisador e publicitário Renato Meirelles defende que não há como ampliar mercado de forma significativa, sem atingir as classes C, D e E: “Os brasileiros desses grupos representam 85% da população e possuem 67% dos cartões de crédito. 71% de tudo o que se vende em supermercados é consumido por eles”. Em 2007, esses consumidores foram responsáveis pelo volume de vendas de R$ 575 bilhões.

Essa pesquisa realizada nas capitais não dá o mapa secreto do caminho do sucesso para produtos e serviços dedicados ao consumidor de baixa renda, mas confirma que ele existe, ainda que haja algumas dinamites pelo percurso. Não entender as diferenças de valores e crenças entre esse público e o das classes A e B poderá fazer sua empresa gastar mais dinheiro do que deve tentando ganhar o dinheiro que deseja. Pergunte mais e deduzirá menos. Observe mais e arriscará menos. Aí mora o segredo.

Autor: Inácia Soares
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 09/09/09
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009


Bom dia!

Notícia de última hora: Uma padaria de Oslo, na Noruega, entrou para o Guinness (livro dos recordes) ao assar o maior boneco de gengibre do mundo. O biscoito pesa 651 quilos.

Perdi o emprego porque não sabia voar!

É isto mesmo! O título é ao mesmo tempo engraçado e trágico.

Já aconteceu com você de chegar ao final de um processo seletivo de um emprego ou vaga interna na empresa em que trabalha e não ser escolhido por um detalhe ínfimo perto de tudo o que poderia oferecer?

Imagine a situação: depois de você passar por 6 fases de testes (análise de currículo, prova escrita, dinâmica de grupo, entrevista com RH, exame psicotécnico, exame médico) o entrevistador da área que está contratando lhe diz:

- Muito bem candidato, você fala 3 idiomas fluentemente, tem experiência internacional, já gerenciou pessoas, trabalha bem em equipe, é um bom líder, gosta de desafio, tem experiência de 5 anos na função, sabe trabalhar sobre pressão, se comunica bem e é bem humorado. Se você disser SIM para a pergunta que irei te fazer, a vaga/o emprego é seu!

- Que bom entrevistador! Pode perguntar.

- Você sabe voar?

O quê parece é que as empresas buscam a pessoa perfeita, sem defeitos, a pessoa que não existe.

Imagine se a empresa pudesse contratar o Super Homem, que sabe voar. Será que ele teria todas as habilidades e competências para o cargo? Risos...... O mais engraçado é que até o Super Homem não daria conta desta vaga/emprego.

Acho que hoje muitas vezes a empresa perde uma ótima oportunidade de escolher uma pessoa com um pouco menos de experiência, mas com um grande potencial, para ficar com outra supostamente perfeita para o cargo.

Quantas vezes já vi está "pessoa perfeita" entrar na empresa e ser arrogante com colegas, utilizar da técnica do "salto alto", piorar o clima organizacional a ponto de ninguém mais suportá-la.

Por outro lado já vi pessoas com menos experiência, mas com grande potencial, que aprenderam as funções em pouco tempo e deram SHOW! A empresa pôde pagar salário menor para esta pessoa (por ter menos experiência do que a "perfeita") e teve retorno maior do que o esperado em termos de produtividade e retorno.

Então amigos do RH, vamos tentar sensibilizar os profissionais que estão contratando sobre esta questão? Convençam eles que podem pegar mais leve na hora de desenhar o perfil do candidato que querem para suprir a vaga. Isto poderá avançar mais e extrapolar para checar se as descrições de cargos da empresa estão coerentes.

Se por um lado a empresa busca a "gpessoa perfeita", por outro os candidatos também buscam as "empresas perfeitas".

Vou contar uma breve piada para exemplificar o que eu estou querendo dizer. Na sala de entrevista o entrevistador vira para o candidato e pergunta:

- Candidato, o que você vislumbra em termos de salário e benefícios da nossa empresa?

- Imagino um carro com 1 tanque cheio por mês, 1 salário no mês do meu aniversário, cesta básica no final do ano, salário de R$ 10 mil/mês, 4 salários de participação nos lucros e resultados da empresa, aluguel da minha casa pago pela empresa.

- Que bom! Pois nós iremos te dar 2 carros (uma para você e outro para seu assessor) com 2 tanques cheios por mês, 2 salários no mês do seu aniversário, 1 cesta básica por mês, salário de R$ 20 mil/mês, 6 salários de participação nos lucros e resultados da empresa e ainda compraremos a casa que desejar e daremos a você.

- Meu Deus! Você está brincando?

- É claro que estou brincando, mas foi você que começou!

A ilusão da empresa perfeita também deve acabar! Quantas pessoas deixam de trabalhar em uma empresa boa de médio porte para ser mais um número em uma empresa de grande porte?

Gostaria de terminar este artigo fazendo um pedido a você leitor:

Se você trabalha no RH

Pense sobre o assunto, ajude a definir o perfil da pessoa que irá ocupar aquela vaga em aberto na empresa. Pare de buscar o Super Homem!

Se você está procurando emprego

Abra a cabeça e pare de procurar emprego somente em anúncios grandes de jornal. Veja também os anúncios menores, de empresas que não são conhecidas. Existem muitas empresas que não são conhecidas por você que são boas para trabalhar. E lembre-se que em empresas menores você tem a visão do todo, faz de tudo e tem acesso a todas as áreas. Lembre-se de separar o joio do trigo, vá nas pequenas idôneas, fuja das picaretas.

Autor: Alexandre Gomes
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 08/09/09
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como lidar com pessimistas


Boa noite!

Notícia de última hora: Uma trufa branca de 750 gramas foi vendida por 100 mil euros em leilão no castelo Grinzane Cavour, em Alba, na Itália, onde está sendo realizado o 79º Festival da Trufa Branca; as trufas são uma espécie de tubérculo subterrâneo e são valorizadas em razão da dificuldade de serem encontradas

Como lidar com pessimistas

Se você é um otimista inveterado vai considerar, até mesmo o convívio com um pessimista, uma oportunidade de crescimento. Pode parecer um contra senso, mas não é. Na verdade pessimismo é uma doença que pode ser curada. Há casos em que o pessimista é uma pessoa de quem dependemos como um chefe imediato, ou mesmo um técnico qualificado. Em outras situações o enfermo é um ser amado. É uma pessoa importante para nós, como um cônjuge ou um filho. É alguém que desejamos salvar das garras dessa enfermidade.

Martin Seligman realizou uma extensa pesquisa sobre o otimismo e publicou "Aprenda a ser otimista" (Editora Record). Comprovou cientificamente que o otimismo é uma benção e que o pessimismo pode nos causar sérios danos. Dentre os resultados do estudo de Seligman estão os seguintes:



  • O pessimismo provoca depressão

  • O pessimismo produz inércia em vez de atividade diante dos reveses.

  • O pessimismo é identificado com o lado ruim da vida - tristeza, abatimento, preocupação, ansiedade.

  • Os pessimistas não persistem face aos desafios, e, por isso, fracassam mais freqüentemente - mesmo quando o sucesso é alcançável.

  • O pessimismo é associado a saúde precária.

  • Os pessimistas são derrotados quando se candidatam a cargos públicos.

  • As coisas, em geral, tendem a não dar certo para os pessimistas. Isso porque antes de partir para a luta, antecipam o revés, e o transformam em desastre, e o desastre em catástrofe.

Mesmo sabendo disso, até o mais otimista dos otimistas pode ter uma baixa de imunidade e pegar o danado do pessimismo. Pode sim. Oscilamos durante o dia entre fases mais ou menos animadas. Nosso nível de otimismo não se mantém estável. Assim que nos levantamos a tendência é para o desânimo e à medida que o dia avança, cresce o nosso otimismo, que atinge seu pico por volta das dez horas da manhã. Lá pelas quatro horas da tarde o nosso ânimo abaixa para subir novamente no inicio da noite. Outra baixa de otimismo ocorre de madrugada, às quatro horas. É quando algumas pessoas acordam e ficam ruminando os problemas: as contas a pagar, os projetos inacabados, as brigas em família, a deslealdade do concorrente, a doença do filho, etc.

Esses ciclos têm um propósito construtivo. Em sua forma branda, o pessimismo pode nos proteger de exageros e impedir que tomemos atitudes precipitadas e insensatas. Quando temos surtos de otimismo distorcemos a realidade ao nosso favor. Nesses momentos, uma pitada de pessimismo pode até fazer bem. Outra coisa: a variação de humor ocorre também de um dia para o outro. Há dias em que estamos vibrantes, com vontade de conquistar o mundo, e outros em que estamos desanimados, sem vontade de levantar da cama. Portanto, passamos a vida nessa tensão dinâmica entre o pessimismo e o otimismo. Isso é natural.

Voltando à pergunta: Como lidar com os pessimistas quando não podemos afastá-los de nosso convívio? Tendo a paciência de ensiná-los a ser otimistas. O pessimista tem um diálogo interno negativo: "O que é que vai adiantar?"; "Para que insistir?"; "Só estou piorando as coisas". Por isso desistem frente à adversidade. O papel do professor de otimismo deve ser questionar as crenças negativas do pessimista.

Numa situação em que o pessimista está prestes a desistir, você pode entrar com uma argumentação, gentil, mas oposta à dele: "Adversidade não precisa, necessariamente, ser uma coisa ruim, pode até ser um estímulo para nos empenhar mais, para ganhar mais dinheiro, para cuidar melhor da saúde, etc."; "Conheço uma pessoa que, frente a um desafio como esse, pelo qual você está passando, não esmoreceu, tomou estas e estas providência e se saiu muito bem".

Com amor e paciência, alegria e coragem, zelo e persistência, podemos dia após dia tratar da ferida pessimista que se abriu no coração do amigo, do chefe, da esposa, do colega, da filha, etc. Enfim, estamos no mundo para cuidar uns dos outros. Uma atitude otimista frente ao pessimismo de nossos semelhantes pode ser a nossa maior contribuição para a construção de um mundo melhor.

Autor: Ômar Souki
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 07/09/09
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sábado, 7 de novembro de 2009

Delegando tarefas


Boa noite!

Notícia de última hora: Encontrado da Amazônia o maior besouro do mundo. Trata-se do Titanus Giganteus, que mede 22 cm e pesa 70 gramas.

Delegando tarefas

Uma definição de delegar: é o processo de transmitir certas tarefas e obrigações de uma pessoa para outra; em geral, de um superior para um colaborador. Aquele que recebe o poder delegado tem autoridade suficiente para concluir o trabalho, mas aquele que delega fica com a total responsabilidade pelo seu êxito ou fracasso.

Quando delegar alguma tarefa, acompanhe os que receberam a delegação, peça que prestem conta em cada etapa do processo e não só ao final do trabalho.

A delegação é, fundamentalmente, um sistema de confiança. Quando realmente delega autoridade a uma pessoa, você demonstra sua confiança nela. Para obter flexibilidade e agilidade, os líderes precisam delegar poder e atribuições inerentes a cada tarefa, de tal forma que não fiquem diretamente envolvidos nas mesmas, mas continuem com a responsabilidade final do processo.

À medida que você delega você incentiva o desenvolvimento do conhecimento e das habilidades de seus colaboradores, os quais se tornam capacitados a resolver problemas na ausência dos líderes e têm a oportunidade de testar mais idéias e implementar soluções criativas, bem como de adquirir maior autoconfiança e desenvolver habilidades gerenciais.

Líderes devem saber delegar. A delegação de poder de maneira criteriosa aumenta o poder de quem o delega. Ao conceder aos colaboradores mais autoridade e ferramentas para executarem o serviço, o líder amplia sua influência e o colaborador adquire maior incentivo para trabalhar. Quanto mais delega atribuições, mais o líder penetra na essência de sua função: que não é fazer e sim mobilizar para que os outros façam.

Tenha em mente que delegar ajuda tanto a quem delega quanto a quem recebe a tarefa, pois permite que esses se desenvolvam. Ao delegar uma tarefa o líder não fará diretamente o serviço, mas precisará supervisionar e orientar aqueles que o fazem. Com esse procedimento você não terá tanto medo de que os outros não sejam capazes de executar a tarefa e estará dando treinamento para que possa supervisionar e orientar cada vez menos.

Às vezes os líderes acham que as pessoas nunca estão preparadas para assumir uma tarefa. Se não delegarem, realmente nunca estarão.

Imagine um líder que tenha um salário de $10 a hora. Se ele precisa de 5 horas para executar uma tarefa, ele gastará $50. Já se um colaborador, cujo salário é $3 a hora, precisar de 10 horas, mesmo sendo o dobro do tempo necessário o custo para a organização será menor. Além do mais, provavelmente na próxima vez que se precisar executar a tarefa, o colaborador precisará de menos tempo, e o custo será menor ainda.

O pior de tudo é que em função das razões descritas os líderes às vezes se cercam de pessoas de capacidade inferior a sua. Não tenha medo de ter em sua equipe pessoas melhores do que você, mas procure tê-las como aliadas. Se você se cercar de pessoas incompetentes por medo, nunca conseguirá atingir suas metas. Um outro motivo é que com bons resultados será mais fácil você se mudar para uma organização melhor ou maior.

Delegar com sucesso é uma habilidade e uma qualidade que você como líder deve adquirir. Agora, delegar é um processo para quem aceita correr riscos; e o delegador precisa ter paciência e incentivo. Evite fazer como muitas pessoas que mesmo achando que delegar é um procedimento sensato temem as conseqüências a ponto de evitar fazê-lo. Procure deixar claro àqueles que assumem as tarefas que eles também devem delegar tudo o que puderem a outros colaboradores. Agindo assim você estará criando na organização onde trabalha uma nova cultura.
O único homem que não comete erros é o que nunca faz nada. O importante é nunca cometer duas vezes o mesmo erro. (Franklin Roosevelt).

Texto extraído do Livro A Arte de Liderar - Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado

Autor: Sônia Jordão
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 02/09/09
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Acelere seu sucesso - Pratique marketing de relacionamento


Boa noite!

Notícia de última hora: A Renault irá lançar em 2011 o SPA, carro com sistema de combate ao estresse e ao ressecamento da pele. Ele terá dispositivos que irão burrifar soluções dinamizadoras para a manhã, desestressantes para a volta do trabalho e alertadoras para quem dirige à noite.

Acelere seu sucesso - Pratique marketing de relacionamento

Definitivamente, o marketing de emboscada, está morto! Durante todo o século passado, as empresas e os profissionais praticaram em larga escala a venda da emboscada. Seja na propaganda, na publicidade, ou na venda propriamente dita; o importante era atrair o cliente para comprar de qualquer maneira, e como cantava o Tim Maia, vale tudo; inclusive a mentira, o engodo. Para o cliente o mercado era um verdadeiro salve-se quem puder. O cliente sempre desconfiado (e com razão!) esperava ser enganado, lesado, a todo e qualquer instante. O cliente tinha um comportamento defensivo, mesmo por que era difícil reclamar (Para quem? Como? Onde?)

Deixe de dar marchar ré ....jamais engane um cliente!

Este período acabou (se bem que muitas empresas e profissionais, ainda não se deram conta disto). Enganar o cliente ficou mais difícil e caro. Hoje, o consumidor tem como aliado o excelente Código de Defesa do Consumidor, a mídia (falada, impressa e televisiva), ávida a denunciar, a literalmente por a boca no trombone, denuncia abusos contra os consumidores. Lembro de um recente movimento de algumas empresas, em diminuir a quantidade para aumentar o preço (foi papel higiênico de 40 metros, virando 30, etc, etc). A resposta foi rápida e enérgica: consumidores, imprensa, órgãos de defesa do consumidores e normativos, jogaram pesado e fizeram muita gente recuar. O saldo disto tudo? Muita marca de Nome, de prestigio, ou melhor, ex prestigiada, saiu arranhada do episódio. Possivelmente a cabeça de alguns marketeiros dinossáuricos que, ignorando os novos sinais do mercado, ainda insistem em pensar e agir como se o consumidor fosse um otário. Em um mercado, crescentemente hipercompetitivo, onde o cliente tem cada vez mais força, encantá-lo é uma exigência!

Ética, transparência, valores positivos, ganha-ganha, passam a ser condições sine qua non, para fazer negócios com os clientes hoje. Mas, isto só não é suficiente...

Engate a primeira e avance! Preste um ATENDIMENTO nota 10!

Atendimento fantástico é uma obrigação de todos da empresa (do presidente ao office-boy). A cada Momento da Verdade que o cliente tiver na empresa, seja pessoalmente, via telefone, e-mail, fax, etc, a empresa, através de seus representantes (funcionários, executivos), tem que causar uma fantástica impressão. Como fazer isto? De muitas maneiras: agilidade, cortesia, atenção, limpeza, pequenas mordomias, jornais e revistas atualizados, predisposição, enfim, tem-se que encantar o cliente a cada instante, através da atitudes de todos.

Atendimento, hoje, é um extraordinário diferencial. Aqui para nós, produto virou comodity (com todo respeito a quem tem produto diferencial, a qualquer hora ele pode perder esta vantagem). Produtos são facilmente copiados. Preço? Pior, os concorrentes estão de olho, e a cada movimento eles podem baixar, mais ainda. Neste caso, a reação é quase instantânea. Resta o atendimento, como forte fator diferencial. Lembre-se, a todo instante o cliente testa a empresa, em cada momento da verdade. Pesquisas da US News demonstram que 68% das vezes que o cliente vai embora, ele toma esta atitude em função de um mau atendimento.

Qualidade de atendimento: aqui reside muitos problemas, riscos e oportunidades. Diferencie-se!

Engate a marcha de velocidade. Acelere!

OK! Muito bem, é preciso atender o cliente de forma extraordinária, não só na pré-compra e na compra, mas, principalmente, no pós-compra (atendimento, assistência técnica, suporte, etc), que é quando ele mais precisa da empresa. Porém isso não é tudo! É preciso avançar mais!

Vender todo mundo vende, mas fazer com que o cliente volte sempre para comprar, são outros quinhentos. Quando o cliente compra a primeira vez, ele só está testando. Cabe a empresa mostrar (com ação, não com palavras) que ela é a melhor alternativa para o cliente. Além do atendimento, isso se faz principalmente no pós-venda, quando o cliente precisa da empresa (e aí? Como ele é atendido? Com presteza? Com velocidade? Com empenho e cortesia? Ou ele fica enfurecido...!).

O cliente hoje é um São Tomé; ele quer que ver para crer!

E mais do que prestar um fantástico atendimento na venda e no pós-venda, é preciso cultivar um extraordinário relacionamento com os nossos clientes. Para isso, é preciso entendermos definitivamente que o objetivo não é mais efetuar uma transação , mas sim, cultivar uma relação com pelo menos os principais clientes. Aqueles 20% que lhe dão 80 % do faturamento (aqui também aplica-se a Lei de Pareto).

Muito bem, e como cativar? Siga o conselho do pequeno príncipe: Tu és responsável por aquilo que cativas- Saint-Exupéry.

E como fazer isto na prática? Aqui vão algumas rápidas idéias: conheça o cliente, busque informações sobre ele, interaja periodicamente com ele, mande informações personalizadas, disponibilize-se para resolver problemas para o cliente, cumprimente-o no dia de aniversário, ligue para saber se ele está satisfeito com a compra, faça pequenas gentilezas não-programadas, etc. Enfim, deixe claro que você não está ali para só lucrar com ele, passar a mão no dinheiro, vendendo de qualquer maneira; mas sim para ajudá-lo, fazer o melhor por ele e para ele.

O mundo mudou, a maneira de fazer negócios também. Mais que conquistar clientes é preciso ter competência de mantê-los. A era da transação está morta; já vivemos a era da relação. Esta nova filosofia de interagir com os cliente está cada vez mais nítida para os candidatos a (sobre) viventes em mercados crescentemente competitivos.

Os indicadores são claros. A pista está bem sinalizada. Acelere!

Autor: Sérgio Almeida
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br no dia 01/09/09
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Marketing pessoal


Bom dia!

Notícia de última hora: Mais de 1.853 pessoas participam da "Maior Guerra de Travesseiros do Mundo", em Oviedo (Espanha), com a intenção de quebrar o recorde e entrar para o Guinness.

Marketing pessoal

Todo e qualquer profissional para ter sucesso precisa que o seu valor seja efetivamente percebido por seus clientes e pelo mercado em geral. Para que isso ocorra precisamos ir além das competências que compõe o nosso perfil profissional e utilizarmos técnicas de comunicação e marketing.

O marketing pessoal não é um culto ao ego ou à vaidade pessoal, é uma necessidade profissional. Excelentes profissionais têm seu reconhecimento e sua demanda subestimados pelo mercado por deixarem de lado o seu marketing pessoal. Não devemos confundir humildade com anonimato. É perfeitamente possível ser reconhecido por seus valores humanos e profissionais sem com isso perder a humildade. Todos nós temos uma contribuição humana e profissional para oferecer ao mundo.

Quanto maior o número de pessoas para as quais possamos oferecer nossas contribuições, melhor. Veja abaixo 10 dicas importantes sobre Marketing Pessoal:


  1. Lembre-se que seu marketing pessoal tem o poder de transformar seu talento em oportunidades. Um Gênio sem marketing pessoal é um gênio desconhecido.

  2. Se você está começando uma carreira ou uma nova etapa, demonstre toda a sua disposição para aprender com todas as pessoas e situações. Deixe sempre bem claro o quanto é importante para você aprender com as pessoas e com a empresa.

  3. Descubra o ponto mais marcante da sua personalidade, sua maneira de se comunicar, sua alegria, seu bom senso, etc. Foque a "divulgação" deste seu ponto marcante, ele será pra você o que uma marca é para uma empresa. Com o tempo, a sua "marca pessoal" ficará conhecida e desejada por este e por outros atributos que o tempo vai mostrar.

  4. "Dress to impress" esta expressão do mercado corporativo americano possui o seguinte significado: "vista-se para ser visto". Sem exageros, sem extravagância, com discrição, mas desenvolvendo um estilo pessoal facilmente reconhecível. Estilo é tudo! Vista-se de maneira a que a sua presença seja agradável aos olhos. Como seres humanos somos muito atraídos pela beleza. Não há nada errado em ser bela desde que você não reduza apenas à beleza as suas potencialidades diante da vida.

  5. Mostre o seu lado "solucionador de problemas". Sempre que surgir uma dificuldade ou um problema dentro da equipe a que você pertence, pergunte-se: "o que eu posso fazer por isso?". Sempre que você ajudar a resolver um problema você estará inserindo sua marca pessoal na lembrança das pessoas.

  6. Entregue sempre um resultado superior ao esperado. Dedique-se a superar as expectativas das pessoas. Sempre que algo lhe for solicitado pergunte-se: "Qual é a melhor maneira pela qual eu posso realizar o que me foi pedido?" "Eu posso superar as expectativas com respeito ao meu desempenho e o cumprimento da tarefa?" Realize com qualidade ampliada, procure sempre olhar além da solicitação.

  7. Onde a maioria das pessoas fica parada por falta de recursos, IMPROVISE. Use sua criatividade para, diante de poucos recursos, desenvolver a melhor solução possível frente a um desafio. As pessoas mais bem colocadas no mundo dos negócios ousaram improvisar muitas vezes.

  8. Construa vários networks. Dedique-se a formar diferentes redes de relacionamentos dentro e fora da empresa. Através dos relacionamentos conhecemos e somos conhecidos, reconhecemos e somos reconhecidos e, principalmente, compartilhamos interesses comuns. Identifique quais são as áreas de interesse que aproximam você de outras pessoas: música, literatura, cinema, hobbies, esportes, competência técnica, etc. Aproxime-se das pessoas, construa relacionamentos de longo prazo.

  9. Cultive sua ética e sua honestidade de forma inabalável. A vida testa você! Caminhos não éticos são atalhos que conduzem a abismos! Uma atitude não ética acaba com o seu maior patrimônio - sua integridade. Quando a falta de ética passa a fazer parte da marca pessoal de alguém, esta pessoa somente será usada por outras igualmente não-éticas até o momento em que for conveniente abandoná-la e deixá-la pagar a "conta". Não ceda!

  10. Vivemos em uma era de muita competitividade e muita pressão, por isso resistência física, mental e emocional são fundamentais. Isto significa: cuide do corpo, da mente e do espírito. Fortaleça-se nos três níveis, assim quando as pessoas estiverem fisicamente esgotadas você ainda terá fôlego extra - ponto para o seu marketing pessoal. Quando elas estiverem cansadas demais pra pensar em soluções você ainda terá criatividade de sobra para dar idéias - mais 1 ponto para o seu marketing pessoal. E, quando as pessoas estiverem com raiva ou depressão, você manterá a paz e a vontade de viver - ponto para a vida, e para o seu marketing pessoal, também.
Autor: Carlos Hilsdorf
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 31/08/09
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sábado, 31 de outubro de 2009

A responsabilidade social empresarial


Bom dia!

Notícia de última hora: Lingeries que brilham no escuro deixam mulheres acesas. Esta criação foi feita pelos estilistas australianos Jan Hawley e James Sutton e é feita com material fosforescente.

A responsabilidade social empresarial

“O desenvolvimento de um Estado não depende exclusivamente de mudanças e avanços na área econômica, mas de um equilíbrio dos desafios sociais e de distribuição de renda causados por este crescimento. Em decorrência desses fatores, no Brasil, as últimas décadas vêm sendo marcadas por uma aceleração de ações sociais e intensificação de discussões em várias esferas da sociedade sobre terceiro setor e responsabilidade social” (Valor, 20/08/2003).

Apesar de todos os obstáculos que enfrenta no dia-a-dia, o empresariado brasileiro caminha na trilha do entendimento, percebendo com mais clareza a nobre função de protagonista social. Se antes a responsabilidade social estava mais no âmbito da filantropia, no atual contexto significa uma forma ética pela qual a empresa se relaciona com seus diversos públicos. O interessante é que todas as empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, podem se envolver nesse novo paradigma.

Como o Estado não tem condições de oferecer propostas práticas, oportunas e ágeis frente aos problemas da população, surgiu assim o fenômeno do paradigma da sustentabilidade. Esse conceito não mais se refere às questões do meio ambiente, mas, aponta para um entendimento mais amplo. Significa compreender o desenvolvimento enquanto articulação das esferas econômica, ambiental social. É nesse contexto que as empresas estão sendo chamadas cada vez mais a cumprirem o seu papel da responsabilidade social. O empresário não é mais um representante do setor produtivo, mas, um empreendedor que integra as suas atividades ao meio do qual faz parte. Assim, o setor privado se conscientizou de que necessita participar maciçamente no ambiente social e comunitário porque é parte integrante dele, e, portanto depende de seu correto funcionamento. Os resultados obtidos por diversas empresas mo âmbito social indicam que o empresariado é também parte modificadora desse ambiente.

Segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (IPEA), órgão do Ministério do Desenvolvimento, no Estado de Minas Gerais concentra o maior número de empresas envolvidas em atividades de responsabilidade social (81%). Assim os empresários mineiros vem assumindo uma clara posição ao enfrentar os problemas sociais ao invés de deixa-los para o Estado. Apesar do índice elevado, falta fazer muita coisa. Falta às empresas o real comprometimento com as ações de responsabilidade social, não somente dar o peixe, mas, ensinar a pescar.

Ao decidir lutar no campo social, as empresas passaram a adotar uma posição mais estratégica na medida em que afetam a imagem corporativa. Importante acrescentar que o povo está cada vez mais disposto a punir empresas que não sejam socialmente responsáveis.

A empresa que atua na Responsabilidade social está mais próxima dos problemas sociais e os tornam mais reais do que pareciam só quando o Estado participava. Nesse novo contexto, as questões sociais ganham um caráter prático porque colocam as pessoas, e não a instituição estatal, em contato com a problemática social dos nossos tempos.

O estudioso norte-americano Lester Salamon, da Universidade de Hopkins, já vem apontando há algum tempo que a responsabilidade social não surgiu por simples benevolência empresarial, mas, antes de tudo, pela necessidade crucial de estratégias de melhoria das condições de vida das pessoas que trabalham nas empresas e, também, de soluções para problemas da comunidade em que elas estão inseridas. É muito importante ressaltar que isso não pode se confundir com Marketing, mas com o papel do empresário como transformador social e da empresa como seu instrumento.

Autor: Walfredo Rodrigues
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br no dia 30/08/09
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bloqueios criativos


Bom dia!

Notícia de última hora: Icann aprovou o uso de caracteres não-romanos nos endereços da rede. A proposta foi aprovada em primeira instância em 2008, e permitirá que endereços sejam escritos em árabe, chinês ou japonês, por exemplo.

Bloqueios criativos

Aproveitei a visita do meu primeiro professor de criatividade à minha cidade e reclamei dos meus recentes bloqueios à criatividade. Não estava conseguindo produzir nada novo!

O amigo riu. Afirmou que achava ótimo que eu estivesse com bloqueios criativos. Isso só prova que você é um ser humano normal, concluiu.

Se você leitor ficou perplexo com a idéia de um bloqueio ser criativo, eu também. Com aquela calma típica dos mestres o professor iniciou a sua explicação.

Os bloqueios da criatividade são normais e fundamentais para que nossa mente possa respirar, repensar, obter novo foco ou retomar o assunto. Reiniciar, se for o caso, desde o começo. É um sinal de que você precisa fazer algo!

É importante quando surgem os bloqueios identifica-los. Uma vez identificados tornam-se bloqueios criativos e estamos prontos novamente para ter idéias de como sair deles.

No meu caso a identificação estava justamente nos bloqueios pessoais. E o que fazer para identificar onde temos que atacar para desmanchar os bloqueios:

As dicas dele foram:

  • Você em algum momento sente-se com pouca confiança na geração de idéias?

  • Sente-se conformado com os resultados, quer sejam eles positivos ou negativos? Sente-se pouco à vontade nessa situação?

  • Você já parou para pensar que pode estar pensando de forma habitual e preso às regras que você criou ou lhe foram impostas? Sente-se amarrado pelas convenções sociais ou pessoais?

  • Sente-se de alguma forma paralisado emocionalmente? Já refletiu que você pode estar tão positiva ou negativamente emocionado que está amortecido?

  • Você já pensou que o problema/tema que você quer resolver pode estar saturado?

  • Sente-se com excesso de entusiasmo por algo? Esse excesso pode estar comprometendo seu desempenho criativo?

  • Você não está imaginando sem controle? Não estará usando sua intuição e percepção desfocadas do tema?

  • As respostas a uma ou mais perguntas acima poderão transformar seus bloqueios da criatividade em um novo foco criativo.

    E o que fazer?

    Simples, use os exercícios a seguir:

  • Invente um jogo novo em que você se sinta um campeão. As regras foram criadas para você ter sempre um resultado acima da média. Por exemplo: arremesso de papel no cesto de lixo com os dedos indicadores e polegares. Treine até você conseguir a perfeição e vá anotando cada novo recorde.

  • Reescreva uma história infantil onde o vilão e o mocinho invertam os papéis. O vilão é herói e o mocinho é o vilão.

  • Faça um passeio a pé e conte quantas crianças de cabelos loiros e morenos você encontrar e mentalmente tente adivinhar a idade delas.

  • Assista uma comédia daquelas bem simples e divirta-se. No final do filme tente lembrar das piadas mais engraçadas e procure reconta-las usando apenas as mãos usando apenas mímica sem nenhum som. Se encontrar voluntários faça-os rir; caso contrário use um espelho.

  • Assista a qualquer filme e procure observar os erros das cenas. Por exemplo, na época da Roma antiga atores/figurantes aparecendo com tênis ou usando relógios de pulso.

    Ao final se não der certo. Invente novas maneiras de relaxar, pensar e ter novas idéias. Afinal nenhum bloqueio é eterno. Os bloqueios são uma maneira de despertar uma nova onda criativa e inovadora. Eu já comecei.
Autor: Armando Pastore
Publicado no site http://www.sucessoefelicidade.com.br/ no dia 28/08/09
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Como falar em público


Bom dia!

Notícia de última hora: Um fóssil do crânio de um pliossauro foi encontrado na costa Dorset, sul da Inglaterra dia 27/10. Este animal viveu nos oceanos há 150 milhões de anos e media 16 m de comprimento e pesava até 12 toneladas.

Como falar em público

Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio. (Provérbio Indiano)

Tratando-se de comunicação, é impossível deixar de abordar a importância de aprender a falar em público. Pesquisas feitas em diversos países indicam que o medo de falar em público é tão significativo que chega até a superar o medo da morte!

Independentemente de sua posição profissional ou social, em algum momento será necessário falar para uma platéia. Pode ser durante uma reunião na empresa, na apresentação de um trabalho acadêmico, durante um evento social ou mesmo em ocasiões informais com os amigos.

A boa notícia é que todos nós podemos aprender técnicas para falar em público, superando receios e constrangimentos, alcançando êxito na transmissão da mensagem.

Em 1998 eu nem sequer imaginava que um dia poderia seguir uma carreira como palestrante profissional. Na ocasião, enquanto empresário, identifiquei a necessidade de melhorar minha comunicação e procurei o Instituto Reinaldo Polito para fazer seu Curso de Expressão Verbal. Muitos foram os ensinamentos que guardo comigo e aplico até hoje. E, embora não seja o propósito desta obra, gostaria de compartilhar algumas dicas práticas que aprendi com meu mestre e amigo Reinaldo Polito, indiscutivelmente a maior referência em oratória de nossos tempos.

1. Domine o tema.

Procure falar a respeito de um assunto sobre o qual você tenha domínio. Pode ser fruto de sua experiência pessoal, acadêmica ou profissional. O fato é que conhecer o assunto com certa profundidade torna sua exposição mais original, espontânea e cadenciada, conferindo-lhe maior tranqüilidade e credibilidade. Em 2005, após apresentar a palestra Sete Vidas, na Adidas do Brasil, o presidente da empresa, Marcelo Ferreira, solicitou-me uma palestra sobre administração do tempo. Na ocasião, informei-o de que esse tema não constava de meu portfólio e que precisaria prepará-lo. Durante seis meses li uma variedade de livros sobre o assunto até estar pronto para discorrer sobre o tema. Hoje esse é um de meus objetos de estudo favoritos e a palestra Construindo um Dia de 30 Horas um dos temas mais requisitados.

2. Conheça seus ouvintes.

Saiba previamente com quem irá falar e busque informações sobre seu perfil. Cada audiência demanda uma abordagem diferenciada, porque tem características e expectativas próprias. Imagine como dirigir-se a estudantes e executivos, jovens e idosos, pós-graduados e pessoas com menor instrução. A linguagem e os exemplos seguramente serão distintos em cada situação.

3. Conheça o espaço físico.

Visite com antecedência o ambiente no qual irá discursar. Avalie suas dimensões e o impacto sobre a acústica, a disposição dos assentos em relação ao palco ou ao local em que você ficará postado, o índice de luminosidade, as áreas de circulação. Mais do que tudo isso, perceba o ambiente a fim de sentir-se confortável no momento da exposição. Em 2006, na Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra), fui convidado a ministrar a palestra de encerramento da Sipat. O local era improvisado, a fim de permitir a participação de um maior número de colaboradores e a tela de projeção era diretamente afetada pela luz do sol. Por conhecer essa situação previamente, alterei o conteúdo de minha apresentação, excluindo imagens e vídeos que não seriam visíveis naquelas condições, sem prejuízo à mensagem final.

4. Use a roupa certa.

Terno e gravata para homens, tailleur para as mulheres, certo? Não necessariamente. Dependendo das características do evento, um traje mais informal pode ser recomendável e garantia de sucesso. Já participei de convenções de empresas nas quais substituí o conjunto camisa social, gravata e paletó pela camiseta com o tema do evento. Isso gera proximidade e sinergia com os participantes.

5. Dê colorido à sua voz.

Uma palestra tem como característica o fato de ser, em essência, um monólogo, ainda que o conferencista utilize recursos variados, incluindo a participação da platéia. Por isso, durante a exposição, alterne a entonação e a velocidade da voz, ora falando mais alto, ora sussurrando; ora discorrendo pausadamente, ora acelerando as frases.

6. Pronuncie bem as palavras.

Além de pronunciar as vogais em ditongos e os r e s em finais de palavras, atente para evitar o uso de cacofonias como né, ããã, entre outros, uma vez que estes podem comprometem a qualidade da comunicação. Procure sempre aprimorar sua dicção, articulando com correção palavras e sons.

7. Cuidado com o vocabulário.

A linguagem utilizada na comunicação deve estar alinhada ao perfil dos participantes. Assim, jargão profissional e termos técnicos podem ser utilizados com seus pares, mas são inadequados para uma audiência heterogênea. Além disso, tenha atenção especial em relação às regras gramaticais, conjugação de verbos, concordância, coesão e coerência textual.

8. Use a expressão corporal.

Albert Mehrabian, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), conduziu a partir de 1967 estudos que originaram a Teoria 7-38-55, publicada no Journal of Consulting Psychology com o título Inference of attitudes from nonverbal communication in two channels. O estudo indica que no processo de comunicação, somente 7% do impacto da mensagem decorre de seu conteúdo, 38% da comunicação verbal (intensidade e velocidade da voz) e 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contato visual). Portanto, o sucesso da comunicação interpessoal não está naquilo que você diz, mas em como diz.

9. Conquiste a atenção dos ouvintes.

Olhe com atenção para a platéia, percorrendo todo o ambiente. Movimente-se para alterar o campo visual de atenção. Aproxime-se das pessoas e procure interagir com elas. Perceba os sinais emitidos, de interesse ou dispersão em sua mensagem, alterando, assim, a abordagem, seja por meio de inflexão de voz ou de mudança no foco temático. A ordem é persuadir e cativar o público. E lembre-se: os primeiros minutos de sua exposição são fundamentais. É o momento em que as pessoas estão mais desarmadas e suscetíveis a serem conquistadas por você. Em minhas palestras, costumo aliar recursos audiovisuais a fim de ganhar a atenção dos participantes com sons e imagens que se integrem à minha voz e ao conteúdo transmitido.

10. Cultive o bom humor.

Conduza sua apresentação com naturalidade e descontração, transmitindo a mensagem desejada de forma agradável, com tranqüilidade e toques de bom humor. Um semblante sereno e um sorriso autêntico são capazes de quebrar resistências, mudar opiniões e romper barreiras aparentemente intransponíveis.

11. Cuidado com piadas e desculpas.

Bom humor não remete necessariamente a contar piadas. Todavia, caso deseje fazê-lo, evite piadas de cunho político e religioso, pois é grande o risco de agradar a alguns e ferir outros tantos. Também é aconselhável evitar desculpar-se em razão de problemas físicos, por exemplo. Se estiver resfriado, ao desculpar-se por seu estado no início da apresentação, fará com que a audiência concentre-se ainda mais em seu problema, o qual poderia até passar despercebido.

12. Planeje o discurso.

Começo, meio e fim. Definir uma estrutura lógica para sua apresentação ajudará você a concatenar suas idéias, facilitando o entendimento da platéia. Faça a abertura informando sobre o que irá falar, desenvolva o raciocínio e conclua, trazendo um pequeno resumo antes do fechamento. Se pretender apresentar uma solução para um problema, informe antes qual é o problema.

13. Fale de improviso.

Esse é um reforço da recomendação inicial de se dominar o assunto que será abordado. É importante ter uma estrutura de discurso mentalmente definida, conforme mencionado, mas não se apegue a isso como cartilha, e sim como um guia. Esteja livre para mudar o conteúdo e a ordem de sua apresentação. E lembre-se de que imprevistos ocorrem, como problemas técnicos com equipamentos que podem interferir em seu desempenho.

14. Responda a perguntas.

Coloque-se sempre disponível para responder aos questionamentos dos participantes. É evidente que para fazê-lo você deverá dominar o tema, mostrando-se preparado para um eventual debate, inclusive oriundo de uma platéia hostil. Mantenha a serenidade e não se acanhe em declinar de perguntas para as quais desconhece a resposta. Demonstre uma postura segura. Momentos preciosos tenho vivenciado ao término de minhas palestras quando há a oportunidade de interagir de perto com os presentes. Minha experiência tem demonstrado que o questionamento de um corresponde à dúvida de outros, permitindo-me, inclusive, escrever posteriormente sobre o assunto em pauta.

15. Capriche no encerramento.

Uma mensagem poderosa e consistente ao término de sua apresentação poderá ganhar a simpatia dos ouvintes, inclusive daqueles que estiveram reticentes ao longo de toda a explanação. Sempre finalizo minhas palestras declamando um poema com texto alinhado ao tema apresentado.

Conforme relatei no início, meu intuito foi somente compartilhar algumas sugestões. Essas dicas e muitas outras podem ser encontradas com maior detalhamento e riqueza de exemplos nas obras do professor Reinaldo Polito.

Autor: Tom Coelho
Publicado no site www.sucessoefelicidade.com.br no dia 26/08/09
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